Trompets

No Brasil, há mais de 132 milhões de animais estimação. Mais de 52 milhões de cães, 38 milhões de aves, 22 milhões de felinos e 18 milhões de peixes. (fonte: IBGE).

Segundo a Euromonitor International, o país está em terceiro lugar e representa 5,14% de um total de US$ 105,3 bilhões de faturamento em 2016. Os Estados Unidos lideram a lista, com 42,2% do faturamento total, seguidos por Reino Unido (5,8%), Brasil, Alemanha (5,09%), Japão (4,9%), França (4,7%), Itália (3,2%), Austrália (2,6%), Canadá (2,43%) e Rússia (2,36%).

sábado, 21 de novembro de 2020

Júlia Zagonel
 


Alguns dos maus tratos mais frequentes
cometidos pelos próprios tutores, de acordo com Lei Federal 9506/98:





inflingir abuso físico ou psicológico ao animal                                                                       

manter o animal preso em corrente curta que lhe impeça a livre movimentação

manter o animal preso em corrente ou corda por longos períodos (já existe consenso que pode ser considerado longo período se o animal ficar mais de 2 horas preso todos os dias)

manter o animal em locais sem espaço e sem higiene (entenda-se local sujo, em meio a fezes, urina, sem espaço para locomoção adequada)

manter o animal em local sem ventilação

manter o animal em local sem incidência de luz solar

manter o animal sob sol, chuva e frio, sem abrigo.

manter o animal em local inadequado, sozinho ou convívio com outros animais, em que esteja em constante risco de agressão física ou psicológica

não oferecer água limpa diariamente (a água tem que ser limpa e trocada todos os dias, não deve ficar exposta ao sol e não pode ser água da chuva)

não oferecer comida diariamente

manter o animal sob constante estresse ou sofrimento psicológico (gritar, xingar, provocar e irritar o animal ou qualquer outro comportamento que causa ansiedade, estresse ou depressão)

não levar o animal ao veterinário quando está doente ou ferido

promover cirurgias estéticas que mutilem os animais como a remoção de rabos, alteração/corte das orelhas e arrancar as unhas dos gatos

promover ou obrigar o animal a participar de rinhas

obrigar o animal a trabalho excessivo ou superior à sua força (vale também para corridas/esportes com o cachorro quando o esforço é maior do que o suportado pelo animal)

utilizar em serviço um animal doente, fraco, cansado ou cego

abandonar o animal

deixar o animal solto, correndo risco e colocando pessoas e outros animais em risco

 (abusar sexualmente do animal ou obriga-lo a participar de ato sexual)

Fonte: www.planalto.gov.br

Júlia Catharina Zagonel dos Reis - Acadêmica em Medicina Veterinária

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