Trompets
O seu blog de estimação
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No Brasil, há mais de 132 milhões de animais estimação. Mais de 52 milhões de cães, 38 milhões de aves, 22 milhões de felinos e 18 milhões de peixes. (fonte: IBGE).
Segundo a Euromonitor International, o país está em terceiro lugar e representa 5,14% de um total de US$ 105,3 bilhões de faturamento em 2016. Os Estados Unidos lideram a lista, com 42,2% do faturamento total, seguidos por Reino Unido (5,8%), Brasil, Alemanha (5,09%), Japão (4,9%), França (4,7%), Itália (3,2%), Austrália (2,6%), Canadá (2,43%) e Rússia (2,36%).
domingo, 2 de junho de 2024
sábado, 1 de junho de 2024
quinta-feira, 3 de março de 2022
Prefeitura de Porto Alegre disponibiliza novas castrações.
A prefeitura da capital oferece castração para mais 2,5 mil animais (cães e gatos) nas clínicas descentralizadas da cidade. Os tutores interessados devem solicitar os pedidos a partir das 8h, desta sexta-feira, 04/03, nos locais credenciados:
Clínicas
Zona Norte - Hospital Veterinário Faculdade Anclivepa de Porto Alegre, na avenida Sertório, nº 5310, bairro Jardim Lindóia.
Zona Sul - Clínica Veterinária Viviane Loss, na Estrada João Salomoni, nº 135, loja 137 e 139, bairro Vila Nova.
Serão realizados 500 protocolos, totalizando cerca de 2.500 castrações entre os dois locais. As solicitações devem ser feitas através do telefone 156.
Requisitos e documentos necessários
- Identificação do usuário: nome completo, endereço, número do RG e CPF
- Número de Identificação Social (NIS) ou cartão do Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família) ativos
- Informações sobre os animais (espécie e sexo dos animais): tutor poderá castrar até cinco animais, sendo três fêmeas por pessoa/protocolo e deverá detalhar a espécie e sexo dos animais, por exemplo: três caninas fêmeas, dois felinos machos
- Na etapa de documentação comprobatória, no dia do atendimento, é necessária apresentação de RG ou outro documento de identificação com foto e número de CPF, documento do NIS ou cartão Auxílio Brasil ativos e comprovante de residência com endereço de Porto Alegre
Fonte: prefeitura de Porto Alegre.
sábado, 16 de outubro de 2021
Brasil tem a segunda maior população pet do mundo
O estudo apontou, ainda, que a adoção é principal tendências pelos lares brasileiros, principalmente por animais abandonados: 59% apontados foram por gatos, e 33% pelos cachorros. Referente aos cuidados com os pets, a pesquisa destacou que a maioria dos tutores tratam os bichinhos como membros da família.
Confira alguns destaques do levantamento:
Presença dos pets: Cerca de 53% dos domicílios brasileiros contam com cães ou gatos. Dentro desse percentual, 44% são habitados por cães e 21% por gatos. Há uma média de 1,72 cães e 2,01 gatos por lares brasileiros. Os gatos, em geral, são os pets de entrada (o primeiro contato de pessoas com os animais de companhia) e contam com um crescimento 3 vezes maior do que os cães dentro do Brasil, de acordo com Leonardo.
Tipos de pet: Os vira-latas ou Sem Raça Definida (SRD) são a grande maioria dos animais de companhia brasileiros. Entre os cães, 42% são vira-latas. Cerca de 70% daqueles com raça definida são de pequeno porte. As raças favoritas dos brasileiros são, respectivamente, pincher, poodle e shitzu. Entre os gatos, 65% são sem raça definida. Entre aqueles com raça, os siamês são predominantes.
Os tutores: A maior parte das pessoas responsáveis pelos cuidados dos animais de companhia são mulheres, com uma média 60%. Além disso, 58% dos tutores são casais ou pessoas que moram juntas. Grande parte dos responsáveis, tanto por cães ou gatos, também são famílias com filhos de diversas idades. Apenas cerca de 10% dos tutores moram sozinhos.
Gastos mensais: Os tutores de cães gastam uma média R$ 224 por mês para cuidar dos pets, entre banho, tosa, alimentação e acessórios para o animal. Já os tutores de gatos investem cerca de R$ 168 mensais nos cuidados com o pet.
Adoção: A grande maioria dos pets, sejam cães ou gatos, chegaram aos seus tutores como um presente ou por meio de processo de adoção. Entre os animais nos lares brasileiros, 33% dos cães e 59% dos gatos foram adotados. Leonardo analisa que, durante a pandemia, é provável que os números tenham crescido consideravelmente.
Relação com os pets: Cada vez mais, os brasileiros estão criando laços afetivos com seus pets. A maioria enxerga os animais como um filho ou membro da família. Um dos dados da pesquisa revela que, por exemplo, a saúde dos animais de companhia são tão importantes dentro do lar quanto as da demais pessoas. Também existe uma grande preocupação com o envelhecimento do pet e o cuidado com a saúde preventiva dos animais. Contudo, ainda é baixa a frequência de idas ao veterinário.
Fonte: sindan
sábado, 21 de novembro de 2020
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| Júlia Zagonel |
inflingir abuso físico ou psicológico ao animal
manter o animal preso em corrente curta que lhe impeça a livre movimentação
manter o animal preso em corrente ou corda por longos períodos (já existe consenso que pode ser considerado longo período se o animal ficar mais de 2 horas preso todos os dias)
manter o animal em locais sem espaço e sem higiene (entenda-se local sujo, em meio a fezes, urina, sem espaço para locomoção adequada)
manter o animal em local sem ventilação
manter o animal em local sem incidência de luz solar
manter o animal sob sol, chuva e frio, sem abrigo.
manter o animal em local inadequado, sozinho ou convívio com outros animais, em que esteja em constante risco de agressão física ou psicológica
não oferecer água limpa diariamente (a água tem que ser limpa e trocada todos os dias, não deve ficar exposta ao sol e não pode ser água da chuva)
não oferecer comida diariamente
manter o animal sob constante estresse ou sofrimento psicológico (gritar, xingar, provocar e irritar o animal ou qualquer outro comportamento que causa ansiedade, estresse ou depressão)
não levar o animal ao veterinário quando está doente ou ferido
promover cirurgias estéticas que mutilem os animais como a remoção de rabos, alteração/corte das orelhas e arrancar as unhas dos gatos
promover ou obrigar o animal a participar de rinhas
obrigar o animal a trabalho excessivo ou superior à sua força (vale também para corridas/esportes com o cachorro quando o esforço é maior do que o suportado pelo animal)
utilizar em serviço um animal doente, fraco, cansado ou cego
abandonar o animal
deixar o animal solto, correndo risco e colocando pessoas e outros animais em risco
(abusar sexualmente do animal ou obriga-lo a participar de ato sexual)
Fonte: www.planalto.gov.br
Júlia Catharina Zagonel dos Reis - Acadêmica em Medicina Veterinária
sábado, 24 de outubro de 2020
Aprovada lei que aumenta pena de crime de maus-tratos aos cães e gatos
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Durante o período de eleições, é comum surgirem candidatos que pegam carona em campanhas diversas para angariarem votos para si – e com a causa animal não é diferente. Se para você a proteção animal é importante no momento da votação, conhecer melhor do candidato que pode comandar o seu munícipio pelos próximos quatro anos é fundamental.
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A convivência entre o homem e os animais tornou-se um complemento reciproco para o desenvolvimento e socialização, principalmente de crian...




